PREPAREM-SE, pois restam apenas 03 dias para a Trilha de NAUFRAGADOS
1. PROGRAMAÇÃO PARA SÁBADO, 28/08
09h00 – PONTO DE ENCONTRO (no estacionamento da Dª Denair na Rua Baldicero Filomeno, 20.490 – Ponto Final do Ônibus da Caieira da Barra do Sul a 36Km do centro de Fpolis. (Ver Mapa geral no anexo). Valor da diária no estacionamento: R$ 5,00 por veículo;
09h15 – ORIENTAÇÕES DE SEGURANÇA, ALONGAMENTO, ENTREGA DOS KITS (Lanches individuais distribuídos antes da trilha aos participantes);
09h30 – INÍCIO DA TRILHA;
13H00 – TÉRMINO DA TRILHA (A previsão do término poderá oscilar um pouco, pois é relativo ao desempenho e pontualidade dos participantes);
13h30 – ALMOÇO COLETIVO (ao término da trilha, iremos todos de carro, percorrendo o caminho de volta em direção ao centro pela rua Baldicero Filomeno, altura do nº 4.500 para o almoçar no restaurante: ENGENHO DO VÔ com culinária típica Açoriana – Ver site: http://www.cmwd.com.br/engenho/?p=engenho – Fone: 3337.4696
Obs. O cardápio acordado para os trilheiros, contempla peixe, carne e/ou frango, com direito aos acompanhamentos típicos açoriano (feitos em panela de barro) e bebida. Aos convidados dos colaboradores da Tractebel, foi acordado com o restaurante um valor único de R$ 15,00 por pessoa, porém, os colaboradores da Tractebel continuam isentos de qualquer valor.
15h00 – PREVISÃO PARA O RETORNO (calcula-se que até este horário, todos já tenha feito suas refeições, porém, o horário de retorno é livre).
2. CONFIRMAÇÃO
Para você(s) trilheiro(s), que ainda não confirmou, solicitamos que o faça, retornando para este mesmo e-mail (vanderlei.moreira@runforlife.com.br) até o dia 27/08, sexta, ainda pela manhã, informando os seguintes detalhes para providenciarmos a compra dos Kits e a reserva no restaurante:
Nome Completo do(s) participantes(s) + celular do colaborador Tractebel.
Obs. encaminhem este aos colegas ou convidados que não tivemos o acesso. Obrigado.
Saudações Eco-esportivas,
___________________________
Vanderlei Moreira
Run For Life – Assessoria Esportiva
vanderlei.moreira@runforlife.com.br
www.runforlife.com.br
48 9944.4559 (matutino)
Restam apenas 04 dias para a trilha de Naufragados
Portanto, reservem seus pertences e preparem suas mochilas, pois para quem ainda não sabe o que levar, atente-se às “dicas” do que talvez, não poderá faltar!
- Protetor Solar;
- Repelente;
- Boné;
- Câmera Fotográfica ou Filmadora;
- - Espaço para o Kit-Lanche (este, será fornecido a cada um dos trilheiros contendo: um gatorade, duas águas, uma barra de cereais e uma ou duas frutas);
- Saquinho para o Lixo (e o meio ambiente sempre nos agradece);
- Um par de Tênis e Camiseta extra (caso necessite trocar devido ao riacho, praia, etc);
Orientações: o conforto do vestuário para a trilha, influencia a qualidade da caminhada.
Até esta quarta ou quinta, no máximo, enviaremos a programação completa, já com detalhes do restaurante escolhido para o final da trilha.
Obs. Por favor, encaminhem este aos colegas que ainda não receberam.
Saudações Eco-esportivas,
___________________________
Vanderlei Moreira
Run For Life – Assessoria Esportiva
vanderlei.moreira@runforlife.com.br
www.runforlife.com.br
48 9944.4559 (matutino)
Seguem as principais características da trilha que faremos no próximo sábado, dia 28 às 09h.
TRILHA DE NAUFRAGADOS
Local: Extremo Sul da Ilha de Florianópolis
Extensão aproximada: 6 km
Grau de Dificuldade: fácil
Preparo Físico: médio
Tipo de Terreno: predominância da trilha de chão batido, intercalado com leves subidas e descidas com algumas pedras e vários cursos de água com cobertura da vegetação na maioria do percurso e algumas bifurcações
Atrações do Local: pequeno vilarejo, percurso açoriano, canhões, praia e o farol com vista panorâmica.
Orientações técnicas: esta é uma trilha que a família poderá participar, exigindo apenas um leve preparo físico. Perfeita para qualquer idade.
Portanto, preparem-se,
pois restam apenas 5 dias.
Esperamos sua confirmação.
Enviaremos mais informações na próxima terça, dia 24.
Obs. sugerimos que encaminhem este aos colegas de trabalho que apreciariam participar desta trilha. Obrigado.
Saudações Eco-esportivas,
___________________________
Vanderlei Moreira
Run For Life – Assessoria Esportiva
vanderlei.moreira@runforlife.com.br
www.runforlife.com.br
48 9944.4559 (matutino)
Local: Extremo Sul da Ilha de Florianópolis
Extensão aproximada: 6 km
Grau de Dificuldade: fácil
Preparo Físico: médio
Tipo de Terreno: predominância da trilha de chão batido, intercalado com leves subidas e descidas com algumas pedras e vários cursos de água com cobertura da vegetação na maioria do percurso e algumas bifurcações
Atrações do Local: pequeno vilarejo, percurso açoriano, canhões, praia e o farol com vista panorâmica.
Orientações técnicas: esta é uma trilha que a família poderá participar, exigindo apenas um leve preparo físico. Perfeita para qualquer idade.
Portanto, preparem-se,
pois restam apenas 5 dias.
Esperamos sua confirmação.
Enviaremos mais informações na próxima terça, dia 24.
Obs. sugerimos que encaminhem este aos colegas de trabalho que apreciariam participar desta trilha. Obrigado.
Saudações Eco-esportivas,
___________________________
Vanderlei Moreira
Run For Life – Assessoria Esportiva
vanderlei.moreira@runforlife.com.br
www.runforlife.com.br
48 9944.4559 (matutino)

Certa vez, numa dessas reuniões de empresa, recebi um texto que mencionava algo sobre experiência profissional. Nele havia o questionamento sobre o tempo de carreira e as experiências adquiridas ao longo dele. No texto, havia um conflito entre o funcionário que aprendera o ofício em 1 dia e que passara a repetir por 10 anos sempre a mesma tarefa; já outro funcionário, com a metade do tempo de casa, aprendia a cada mês uma atividade nova. A conclusão que nos foi passada é que de nada valem 10 anos de repetição em comparação aos 5 anos de conhecimento.
Hoje, posso contar o que senti sobre trabalho repetitivo e novas técnicas. Para quem não me conhece, tenho 37 anos, casado e com 3 filhos. Comecei nas corridas de rua aos 17 anos, movido pela competitividade entre mim e o pai da minha namorada na ocasião. Paulo, o pai da donzela, era um cara gente boa, adorava esportes e corria frequentemente, mas tinha um defeito grave, era um tirador de sarro sem tamanho. Como não poderia deixar de ser, fui vítima de suas piadinhas, uma delas de não conseguir acompanhar ele nas corridas. Para não deixar o coroa fazer piadas, comecei a correr com ele. Foram vários treinos, excelentes momentos juntos e três São Silvestres. O namoro com a filha terminou, mas a amizade com o “sogrão” permanece até hoje.
Aos 21 anos de idade, casei e fui pai meses depois… Vida de casado, filho recém-nascido, emprego novo, enfim, tudo conspirando contra minhas corridas. Naturalmente as responsabilidades foram aumentando e os treinos sendo deixados de lado. No total foram 16 anos engordando. Passei por uma Síndrome do Pânico, o que me tomou 1 ano de tratamento e me custou um bom emprego na época. Problemas superados e mais dois filhos na bagagem, eis que um belo dia, cansado de ficar sentado, comendo pacotes de bolacha e perdendo roupas por causa da barriga, decidi voltar no mesmo lugar onde treinava com 17 anos. Fui para o tudo ou nada, decidi que se conseguisse fazer uma volta voltaria a treinar, caso contrário, só voltaria para casa de ambulância. Loucura feita e 1.300m vencidos em 10 minutos, não precisei da ambulância, mas não aconselho ninguém a fazer o mesmo. Na ocasião, já com 36 anos, voltei meus treinamentos, nada específico, só rodagem. Utilizei meu conhecimento do passado e, como o funcionário do texto inicial, passei a repetir minha experiência.
Seis meses após o retorno, fiz a prova 10km VW, dentro da fábrica de São Bernardo, fechei para 1h10min. Nada mal para um gordo, mas senti que os 18 kg a mais estavam atrapalhando. Ao longo de 26 meses após o retorno, continuei meus treinos de rodagem. Algumas provas concluídas e, agora com 70 kg (8 a menos), já fiz os 10 km para 56 minutos, mas percebi que algo não estava certo. Passei dos 1.200 km em 2 anos e não conseguia mais baixar meu tempo. Treinava e não melhorava nas provas, tudo bem que concluí uma meia maratona e 20 dias depois fiz os 25 km na Maratona de São Paulo, mas baixar tempo era praticamente impossível. Foi então que, por conselho da maratonista, jornalista e fotógrafa Fernanda Paradizo, fui apresentado ao Wanderlei de Oliveira, um profissional que sempre ouvi falar bem do seu trabalho. Ele me convidou a participar de algumas aulas, para conhecer o grupo, treinamento e ver o que achava…
Passados somente 8 treinos de trabalhos de qualidade, todos completamente diferentes do que eu vinha repetindo ao longo da minha experiência, fiz o teste dos 3000 metros, uma avaliação usada pelo Wanderlei para definir o estágio de cada aluno e, a partir do resultado, montar as planilhas de treinamento. Para minha surpresa, o tempo no teste foi de 14min57s, meu novo recorde! Número que nunca consegui alcançar, nem mesmo nos meus 18 anos de idade.
Assim, como no texto inicial, eu era um funcionário que repetia os mesmos erros por anos e, nas mãos de um mestre, bastaram 8 treinos mais intensos e direcionados para superar uma marca que já nem sonhava mais. Agora fico imaginando quais serão os novos desafios a serem superados. Na verdade, tenho medo de onde posso chegar nas mãos do Wanderlei!
Foto: Tião Moreira
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Mitico Nakatani, 78 anos, começou a praticar caminhada aos 57 anos por recomendação médica, fora enferma por mais de 10 anos e freqüentemente era carregada pelo marido. Estreou na Maratona de Nova York em 2000. Venceu os 10 K da Tribuna em 2000, 2001 e 2003 onde estabeleceu sua melhor marca de 51min44. Campeã da corrida internacional de São Silvestre por 10 vezes consecutiva em sua faixa etária, é recordista brasileira dos 800 metros (3min41seg), dos 1.500 metros (7min25seg), dos 3.000 metros (15min32), recorde sul americano e dos 3.000 metros de marcha atlética (21min30). Primeira brasileira a conquistar o Campeonato Mundial de Maratona (42.195 metros) em 2005 na Espanha. Seu melhor resultado na distância é de 4h13 na Maratona de Paris em 2004.
Especialista em alta costura, também é expert em culinária japonesa.
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Como todo garoto que adora jogar futebol, este cidadão que vos escreve também foi peladeiro, boleiro e um pouco perna de pau, mas entre tantos outros adjetivos, tinha um sonho. Queria ser jogador de futebol.
Bom zagueiro, alto, técnica apurada. Nossa!!! Eu era o jogador ideal para substituir a geração que foi Tricampeão Mundial na Copa do Mundo de 1970, com Pelé, Rivellino, Tostão, Gerson, Jairzinho… Afinal de contas o Mundial de 74 estava próximo. Que maravilha!!!
Sonho a vista, então vamos à luta.
Por volta dos 11 ou 12 anos, a primeira dividida. E que paulada!!! Essa doeu!!!
A primeira oportunidade aconteceu no início dos anos 70. Estádio Conde Rodolfo Créspi, mais conhecido como Rua Javari. A tão sonhada chance apareceu no glorioso Clube Atlético Juventus.
A popular peneira, estava marcada. Mais ou menos 50 garotos prontos para o grande teste.
O treino até foi bom, mas comecei a perceber que as minhas habilidades não eram tão bem apuradas quanto imaginava, e que eu jogava bem menos que pensava. O técnico ainda me dizia: “vai levar a bola pra casa é?… passa a bola, seu fominha” ou “esporte é coletivo… aprende uma coisa: ninguém faz nada sozinho”. Não me contive e num determinado momento mandei ele tomar naquele lugar. Imediatamente, este craque de primeira linha foi convidado a se retirar do gramado, ou melhor, expulso de campo. O técnico, até foi bem legal. Falou que eu era bom pra caramba, tinha futuro, mas que eu não estava numa tarde muito inspirada.
Agradeceu, e pediu carinhosamente para eu nunca mais voltar.
E assim, sucessivamente as coisas se repetiram na Ponte Preta em Campinas, no Santo André, na Portuguesa …E a carreira que mal havia começado já estava encerrada.
Certo de que o Brasil tinha acabado de perder o jogador que poderia ser o maior craque de todos os tempos decidi que quando crescer ia ser jornalista esportivo.
Eu até comentei com meu pai e minha mãe, mas como mãe é mãe, e nunca fala não, ela apenas disse: Meu Deus!!!!
Os anos se passaram e em meados dos anos 80 me formei em jornalismo. Por obra do destino comecei a trabalhar em TV e produtoras de vídeo. Num desses trabalhos começamos a produzir um vídeo sobre escolinhas de futebol, já que estávamos a poucos meses do início da Copa do Mundo de 1990. Fizemos o nosso documentário com base nos treinamentos dos Pequeninos do Jockey, uma tradicional escolinha de futebol que anualmente levava garotos dos 10 aos 15 anos para disputar torneios de verão na Europa. Entre uma gravação e outra tivemos contato com uma equipe de veteranos que havia sido convidada para disputar alguns torneios na Finlândia e também na extinta União Soviética.
O fato me pareceu curioso. Nem tanto para a produção do documentário, mas para uma possível satisfação pessoal. Pensei: Já imaginou eu jogando na União Soviética? A minha chance é agora!!!!
Conversei com o técnico…. Falei da minha precoce carreira de jogador de futebol que nem havia acontecido, e fui convidado a treinar com os “velhinhos” de mais de 30 anos.
Foram pouco mais de quatro meses de treinos e cada vez que eu pegava na bola, aquela mensagem de anos atrás vinha na minha cabeça: ESPORTE É COLETIVO!!! NINGUÉM FAZ NADA SOZINHO!!! NÃO MANDA NINGUÉM TOMAR NAQUELE LUGAR!!!
Valeu a pena. Viajamos boa parte da Europa, não ganhamos nada e tomei um fogo de vodka na União Soviética. Fui afastado do time mas voltei feliz.
Mais alguns anos se passaram e agora me vejo onde? Correndo!!! Mas correr pra que? Correr pra onde?
Eu não tinha a mínima idéia. A brincadeira começou em agosto de 2008, quando o nosso colega de treino e amigo de trabalho, Carlos Mateus, me incentivou para deixar um pouco a esteira da academia de lado e participar dos 9 km da Corrida Bovespa no Centro Histórico de São Paulo. No inicio achei a idéia do nosso querido amigo um tanto quanto absurda e quase mandei ele tomar naquele lugar. Ainda citei uma velha frase de um colega que trabalha com a gente na TV, o Giba. “Correr é coisa pra cavalo”. Passaram-se alguns dias, pensei… pensei e resolvi aceitar o desafio. Quando terminei a prova, eu mal havia percebido que tinha acabado de ser picado pelo que costumamos falar “mosquito da corrida”. A partir daquele dia comecei a participar de varias provas, até que no início do ano passado, por intermédio do próprio Carlão, conheci o Wanderlei de Oliveira e todos os amigos da Run For Life. A partir daí todos já sabem o que poderia acontecer. Treinos e mais treinos, rodagens, orientação, cobrança, avaliação, determinação, desafios e muita corrida.
Motivado, porém sem muita noção do que estava fazendo, resolvi participar pela primeira vez de uma meia maratona. Um verdadeiro tiro no escuro.
Seguindo as ordens do nosso exigente treinador, tentei fazer uma preparação quase perfeita com alimentação correta, hidratação e descanso. Um dia antes da prova, tudo já estava pronto. Tênis, shorts, meias, boné e dinheiro no bolso para voltar de táxi, porém um churrasco na casa de alguns amigos na noite de sábado me deixou um pouco preocupado. O dia amanheceu rápido e lá vou eu para a XI Meia Maratona Internacional da Corpore.
Preocupado no início e feliz no final. “O percurso foi feito em 2h12’18”. Seguindo rigorosamente as dicas do nosso colega Wilson, fui com detalhes observando a paisagem. Segundo ele, a prova passaria bem mais rápida. E passou mesmo. Quero agradecer também a Solange, Verinha e a Kelly nos treinamentos feitos na Serra do Mar. À Patrícia, que me ajudou a superar aquela quase interminável subida em Campos do Jordão, ao Dodô pela experiência que faz a gente aprender sempre a cada corrida,
Ao Dr. Pimentel, que não me abandonou e foi o primeiro a me socorrer e me medicar na fratura por stress. Ao Rubão, às meninas da PM e a todo o pessoal que treina de noite comigo. Aos speeds da manhã, que a cada treino me fazem ter a ilusão que um dia poderei chegar mais perto deles, e à turma que vem logo atrás e me obriga a correr mais porque sei que no final de cada treinamento estão chegando ao meu lado.
Agradeço também ao Wanderlei pela atenção, dedicação, paciência e por me fazer voltar no passado e mostrar que, como toda modalidade esportiva, correr também é um esporte coletivo e que ninguém faz nada sozinho.
Mais uma vez obrigado a todos. Os meus méritos serão sempre divididos com vocês.
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* Milton Egydio Pagano (o Magrão), 48, jornalista, foi professor da Faculdade Metodista de 1989 a 1991. É editor de texto da TV Gazeta desde 1997.
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A 10ª edição da Corrida e Caminhada GRAACC – Combatendo e Vencendo o Câncer Infantil acontece no dia 9 de maio. O evento tem como objetivo mobilizar e conscientizar a sociedade sobre a importância do diagnóstico precoce e a necessidade do tratamento adequado para crianças e adolescentes com câncer.
A expectativa é bater o recorde de participação do ano passado, de cerca de nove mil inscrições, e receber 10 mil participantes engajados na luta contra o câncer infantil. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas pelo site: www.graacc.org.br. O valor arrecadado com as inscrições será revertido ao hospital do GRAACC.
Nesta iniciativa, o GRAACC tem, pelo quarto ano consecutivo a parceria da Corpore – maior clube de corredores da América Latina, responsável pela organização do evento. A largada será em frente da Assembléia Legislativa, perto do Parque do Ibirapuera. Os participantes poderão optar por duas distâncias: 10km (corrida) e 4,3km (caminhada). Todos os participantes receberão camiseta e os que concluírem, medalhas. Os cinco primeiros colocados das categorias masculino e feminino ganharão troféus, além de contar pontos para o ranking da Corpore. Também haverá uma premiação especial para as cinco primeiras mães que cruzarem a linha de chegada dos 10km. As inscrições para os associados da Corpore e sócios GRAACC custam R$ 50,00 e para os não associados R$ 65,00.
Maior clube de corredores da América Latina, a Corpore (www.corpore.org.br) é uma instituição sem fins lucrativos, que atua como núcleo de representatividade e porta-voz do corredor na comunidade. Há 28 anos, a Corpore promove corridas de rua e caminhadas, eventos competitivos e participativos, que visam a estimular a saúde, o bem-estar, educação, cidadania e inclusão social. Suas provas são bem-organizadas, com padrões acima das exigências dos órgãos internacionais. A entidade tem mais de dez mil associados e cerca de 300 mil corredores cadastrados.
Sobre o GRAACC
Referência no tratamento e pesquisa do câncer infanto-juvenil na América Latina, principalmente em casos de alta complexidade, e uma das mais respeitadas e bem-sucedidas ONGs do País, o GRAACC tem a missão de garantir a crianças e adolescentes com câncer, dentro do mais avançado padrão científico, o direito de alcançar todas as chances de cura com qualidade de vida.
A organização é reconhecida pelos expressivos resultados obtidos na cura do câncer infantil, alcançando índices de cerca de 70%, semelhantes aos de instituições de saúde européias e norte-americanas. Criado em 1991, o GRAACC tem um hospital próprio, centro de referência no tratamento da doença, que atende crianças e adolescentes de todo o Brasil, garantindo a todos assistência de altíssimo nível e realizando mais de quatro mil atendimentos por mês, entre consultas, tratamentos quimioterápicos, cirurgias, transplantes de medula óssea, internações e outros procedimentos.
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A ex-menina de rua Ana Luiza Garcez, conhecida como Animal, vem mostrando ao longo da temporada que está em ótima forma. Neste domingo, dia 25 de abril, ela venceu a Corrida da Amizade/ Friendship Day, prova de 7 km disputada num percurso inédito, que largou da av. República do Líbano e chegou no no Shopping Eldorado, zona oeste de São Paulo.
Animal, que recebeu a premiação das mãos do prefeito Gilberto Kassab, cruzou a linha de chegada com o tempo de 26min43s para garantir a vitória na prova, que contou com 2500 participantes. No masculino, quem venceu foi o atleta Ronicesse Felix, com 21min22s.
Resultados
Feminino
1. Ana Luiza dos Anjos Garcez (Run for Life/Corpore) – 26:43
2. Tamara Kladt Hecker (Tritak) – 28:29
3. Adriana Vieira de Lima (ArquiRunning) – 29:02
Masculino
1. Ronicesse Felix de Lima (Newbalance Runnort SP/ Coyotes Run) – 21:22
2. Clayton Elias Gomes (M Calçados/CAIXA) – 21:33
3. Benedito Donizetti Gomes (M Calçados/CAIXA – 21:34
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por Carlos Mateus
“Parabéns, agora você é elite B !” Precisei ler a frase do Wanderlei para a ficha cair. Eu duvidava que fosse possível. Mas o mestre confirmou no e-mail, eu ia largar na frente na Meia da Corpore. Tudo graças aos 1h34 na Meia de SP.
É o sonho de consumo de qualquer corredor. E ao mesmo tempo uma baita responsabilidade. Já pensou, se não sair forte posso ser atropelado na largada! Ou então dar vexame e levar um baile do pessoal que saiu mais atrás!
Quando fui pegar o kit, veio o carimbo no meu número de peito, tudo confirmado.
No dia da prova, muitas novidades. Na Elite B não tem aperto. Tem espaço para aquecer antes da partida, não tem empurra-empurra nem desespero dos atrasados. E pra ajudar muitos amigos da Run for Life pra largar junto. Seu Dodô, Cássio, Egydio e Willian, só fera.
E foi justamente o Willian que deu o ritmo nos primeiros 3km. Entre 4:20 e 4:15 cada passagem. Até que a velocidade do Willian falou mais alto e ele partiu mais rápido. Minha meta era levar a 4:25 o quilômetro (dez segundos abaixo dos 4:35 programados pelo Wanderlei). Era tempo de sobra pra quebrar o recorde do percurso. Completaria pra 1h32 mais ou menos.
Mas a puxada do início me fez bem, continuei levando abaixo de 4:20 quilômetro a quilômetro. Temperatura boa, poucas subidas e curtas, boas para atacar e passar rápido, e nada de preocupação com tumultos ou retardatários à frente (outra vantagem de sair na elite).
Quando passei os 10k abaixo do tempo programado e quebrando meu recorde para a distância (marquei 43:23), a confiança subiu nas alturas. Me sentia bem, inteiraço e já tinha uma pequena folga pra fazer recorde. Não baixei a guarda, dava pra manter.
Na última perna do percurso, quando conseguia ver a turma do outro lado, tive a noção do ritmo forte. Passando pelo quilômetro 16, o Willian estava uns 500 metros na minha frente. Quem sou eu pra estar tão perto desse fenômeno? Realmente eu tava rápido!
Comecei a mirar gente que estava na frente para apertar o ritmo. Nos quilômetros finais fui passando a 4:10. No último passei uma figura que tinha me acompanhado em parte da meia de SP. Ficou pra trás de novo!
Aquele último quilômetro, com marcações a cada duzentos metros, parece interminável. Eu buscava acelerar pra tentar fazer abaixo de 1h31. Mas foi melhor. Terminei em inacreditáveis 1h30.44! Quase quatro minutos abaixo da meia de SP!
Quer uma prova do que é treinar com o Wanderlei, ter ao lado essa turma de corredores e amigos sensacionais da equipe, e ter a fibra pra acordar cedo e levar a planilha a sério? No ano passado, nessa mesma meia da Corpore, corri em 1h42, e até então era meu recorde pessoal! Que diferença hein.
Novamente muito obrigado a todos os companheiros de Run for Life e ao mestre Wanderlei. Alcancei um nível que jamais acreditei que seria possível. E vocês tem uma participação enorme nisso!