Archive for maio, 2009

29
mai

foto_poaBreve relato da 26ª Maratona de Porto Alegre, que aconteceu em 24/05/2009.

por Alcides Granziera Jr.

Da Run For Life, fomos apenas eu e o Egídio Gonçalves. Companheirão. A organização da prova foi exemplar. Fomos recepcionados no aeroporto, transladados para retirada do kit da prova e novamente transportados até o hotel, assim como levados ao aeroporto no domingo. Pessoal boa gente, solícito, aberto às nossas brincadeiras, “tri”.

Como estávamos hospedados próximos à largada, fomos ao final da tarde fazer o reconhecimento da arena e buscar informações sobre o jantar de massas, que iria acontecer no Galpão Crioulo, localizado no Parque Harmonia.

No jantar, tivemos uma idéia da prova, conversando com os corredores. Muita gente. E gente boa de tempo. Curiosidade: um casal que conhecemos na mesa e foi matéria na mídia local, correu / caminhou a prova toda de mãos dadas, só mudavam de lado.

Expectativa e ansiedade na véspera, mas com a certeza de ter feito um treinamento adequado para o desafio, ministrado pelo nosso mestre Wanderlei de Oliveira.

“Ganhamos nos pelegos” às 9h00 e às 5h15 já estávamos no café, excelente por sinal. Os hotéis da rede Máster, conveniados com a organização da prova, têm uma ótima relação custo-benefício.

Vamos à prova. Largada às 7h15 para a maratona masculina e revezamentos.

A regata já estava suada pelo aquecimento e a temperatura quando nos posicionamos no “curral” de largada. Antevemos dificuldades para o final, inclusive com o sol já mostrando a cara.

Dois minutos para pisar no tapete de cronometragem e vamos nós. Um único afunilamento nos fez passar o 1º km a 5:20. Pensamos manter o ritmo próximo dos 5:00/km e tivemos pequenas variações em torno da meta, “juntando o torresmo” para o final.

O percurso novo e bonito, pela área central, passando por locais tradicionais e pela arena da prova, deu mais ânimo aos participantes, porém incluiu aclives não existentes nas edições anteriores.

Mantendo o “pace”, deixamos a área central para a margem do Guaíba lá pela Meia (01:46:53).

Muito diferente de nosso Tietê, a margem do Guaíba não tem mau cheiro e é larga e urbanizada. Ótima opção para lazer e práticas esportivas da população.

Com o percurso aberto, o sol começou a incomodar, porém os postos de hidratação, 20 ao todo, distribuídos adequadamente ao longo do percurso, com água de fresca a gelada, além de isotônico, amenizaram o calor. Ponto para a Organização da CORPA, muito bom!

“Riscamos estrada” juntos até o km 32 aproximadamente, quando “fiz fumaça”. Estava com um pouco mais de rodagem.

Zona sul da cidade, grandes mansões, área muito bonita, arborizada e mais alguns aclives. O ritmo caiu. O trecho final na avenida do Guaíba foi o mais difícil, pelo cansaço acumulado e o calor de 24°, temperatura que parecia maior. “Largar a mão”, nem pensar.

Esperávamos fazer a prova com 13° e tempo nublado.

A CORPA entregou no kit e exigiu a colocação no peito e costas de dois “number plates” com o nome dos participantes. Com isso a interação entre os corredores e os (poucos) expectadores foi incentivada. Falamos bastante com nossos pares, chamando-os pelo nome, como velhos

conhecidos comentando a empreitada. Bela iniciativa.

Finalizamos aplaudidos pelos presentes próximos a chegada, com satisfação e alegria muito grandes.

Tempos de 3:35:41 (05:07/km) e 3:44:12 (05:19/km), respectivamente. Acima das metas do mestre WO, porém com a certeza de termos “forcejado nas quartas”.

“Cuia curtida, mate bom”. Vamos treinar gente!!

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25
mai

Confira aqui o resutado do teste de 3.000 metros, realizado na pista de atletismo do Constâncio Vaz Guimarães.

Performance
Abimael Alves Ribeiro, 23 – 10:23 / 03:28
Josinaldo Soares Ferreira, 33 – 10:36 / 03:32
José Vicente Sobrinho 43 – 10:44 / 03:35
Willian dos Santos Pontes, 40 – 10:53 / 03:38
Ana Luiza dos Anjos Garcez, 46 – 11:18 / 03:46
Nilton Eduardo Maia, 34 – 11:22 / 03:47
Marcelino José Rodrigues, 51 – 11:28 / 03:49

Advanced
Oliver de Paula, 36 – 11:55 / 03:58
Wanderlei de Oliveira, 49 – 11:55 / 03:58
Carlos Mateus, 34 – 12:18 / 04:06
Paulo Fernandes, 44 – 12:21 / 04:07
Pedro Henrique Boccagini, 38 – 12:25 / 04:08
Paulo Moraes, 37 – 12:27 / 04:09
Vinicius Sá, 46 – 12:28 / 04:09
Judimar Messias dos Santos, 47 – 12:36 00:04:12
Patricia Rodrigues Vismara, 33 – 12:44 / 04:15
Valdomiro Cocato, 68 – 12:46 / 04:15
Jaime Ferrari, 49 – 12:57 / 04:19
José Carlos Romanholi 50 – 13:09 / 04:23
Marco Aurélio Lacerda 35 – 13:27 / 04:29

Running
Fernanda Paradizo, 42 – 13:37 / 04:32
João Ambrosano, 51 – 13:41 / 04:34
Oswaldo Silveira, 79 – 14:00 / 04:40
Marcos Sá, 47 – 14:00 / 04:40
Carlos Quintal, 35 – 14:08 / 04:43
Benjamim Irineu Carvalho, 32 – 14:12 / 04:44
Adriano Bertolazzi, 35 – 14:13 / 04:44
Renata Barquilla, 27 – 14:13 / 04:44
Luciano Baroni, 40 – 14:28 / 04:49
Alexandre Baroni, 43 – 14:29 / 04:50
Ailton Bezerra, 14:30 / 04:50
Wilson K. Amarante, 51 – 14:31 / 04:50
Edmilson Calixto, 39 – 15:00 / 05:00
Mauricio Sarilho, 45 – 15:00 / 05:00
Leandro Rodrigo, 26 – 15:13 / 05:04
Tereza Alves Moreira, 62 – 15:36 / 05:12
Adriana Misae, 38 – 15:37 / 05:12
Minoru Agena, 53 – 15:47 / 05:16
Hideo Koga, 55 – 16:15 / 05:25

Basic run

Andrea de Oliveira, 23 – 17:13 / 05:44

Carlos Alberto Pires Cavalcante, 63 – 17:13 / 05:44

Silvana Franzoi, 45 – 17:13 / 05:44

Arnaldo Rodrigues, 35 – 17:35 / 05:52

Anita Tanaka, 62 – 18:10 / 06:03

Ivone Fernandes, 67 – 18:27 / 06:09

Jogging

Mitico Nakatami, 77 – 18:34 / 06:11

Edson Lugli, 44 – 21:03 / 07:01

Marcio Leonel. 56 – 21:03 / 07:01

Claudia Miranda, 34 – 21:06 / 07:02

Walk For Run

Solange Davi. 46 – 21:51 / 07:17

Eduardo Pires, 60 – 22:07 / 07:22

Sergio Prado, 34 – 22:22 / 07:27

Luciane Anacleto, 30 – 23:41 / 07:54

Fitness Walking

Arlete Messias, 48 – 24:52 / 08:17

Michele Cheida , 33 – 24:52 / 08:17

Lucilia Albertini, 57 – 26:44 / 08:55

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19
mai

adriana_tribunapor Adriana Marmo

Foi um domingo de festa e valeu esperar tantos anos para conseguir correr os 10 km da Tribuna de Santos. Bati meu recorde pessoal: superei a distância em 57´12. Mas o bom resultado não foi sorte ou um mero acaso. Apostei firme na dupla treino + alimentação e contei com o auxílio luxuoso de várias pessoas. É claro que o astral da prova também deu um empurrão.

Esta 24ª edição da tradicional corrida da baixada santista teve uma inovação muito bacana: os supercoelhos, atletas de elite que puxaram ritmos variados. Para mim foi uma alegria (e uma boa dose de tietagem) correr os dois primeiros quilômetros com os olhos grudados no boné preto e amarelo do Vanderlei Cordeiro. Mas, na quarta-feira anterior a este domingo tive o meu supercoelho particular. O Nilton Maia se ofereceu para me acompanhar em meu último tiro de mil. Topei na hora. Ele foi falando o tempo todo: “olhe para frente”, “esqueça o relógio, ouça o seu corpo”, “não pense, deixe o seu corpo levar a sua mente”. Além de fazer o tiro em 4´59, um tempo impensável para mim, todas as frases ditas por ele naquela manhã viraram uma espécie de mantra nos dois quilômetros finais da corrida, que não por acaso foram os mais rápidos. Valeu, amigo!

Ao cruzar a linha de chegada eu estava ótima como nunca me senti em outra corrida. É que há pouco mais de dois meses passei a comer mais e melhor, conforme as orientações do nutricionista Faissal Kabab, que de tão apaixonado que é pelo que faz me ligou no sábado para combinarmos os últimos detalhes da minha alimentação e ainda fez questão de, no domingo, estar na linha de chegada para comemorar a nossa vitória. Assim como lá estava o Wanderlei de Oliveira, que ao lado da Monica Peralta, é outro de quem tenho um auxílio luxuosíssimo há mais de dez anos. Até minha irmã, que tem maratona abaixo das 4 horas, estava lá e ficou toda pimpona com o meu tempo.

Enquanto esperávamos a premiação, aproveitei para tietar os atletas que passavam e paravam para “pedir a benção” ao Wanderlei. Um deles foi o angolano João N’tyamba, tricampeão consecutivo da prova e este ano um dos ilustres ritmistas. Naquela hora me lembrei que até com o auxílio dele eu já pude contar há cerca de dois anos. Estávamos na pista do Constâncio fazendo alongamento depois de um treino e eu reclamava para a Mônica de uma dorzinha na lombar. Ele ouviu e me ensinou a fazer um alongamento megamaluco cheio de torções que eu nem consigo reproduzir. Acompanhei com certo medo e até senti um estalo, mas a tal dorzinha sumiu para sempre.

Eu e minha amiga Sirlei, que começou a correr há quase um ano e é uma das mais entusiasmadas que conheço, voltamos para São Paulo felizes e orgulhosas (ela também bateu seu recorde pessoal), prontas para encarar nossa maratona semanal de organizar a vida de filhos, marido, animais de pequeno porte, trabalho e treinos. E depois ainda dizem que corrida é um esporte individual.

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* Adriana Marmo é maratonista, jornalista e editora da revista Manequim, da Abril

crédito foto: Patrícia Vismara

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17
mai

destaques_tribunaA 24a. edição dos 10 km Tribuna FM de Santos, condiderada a prova mais rápida do Brasil, reuniu na manhã de domingo, dia 17 de maio, 15 mil corredores.

O maître Oswaldo Silveira, de 79 anos, foi o segundo colocado na categoria 75-79 anos com o tempo de 51 minutos. O vencedor da categoria foi José Felix, que concluiu os 10 km em 49min51seg. Essa foi a décima participação do maître na competição, que venceu seis vezes a prova e foi quatro vezes o segundo colocado.

Outro destaque da equipe foi Vera Alice Silva, de 65 anos, ex-atleta e especialista em 100 e 200 metros, que fechou a prova na segunda colocação da categoria 65-69 anos nessa que foi sua sexta participação na prova. A atleta, que é a atual recordista sul-americana dos 21 km (1h39), é tetracampeã nos 10 km da Tribuna FM.

Luiz Gonzaga Carvalho, de 68 anos, conhecindo como “Pato” entre os amigos de corrida, conquistou a terceira colocação na categoria 65-69 anos, fechando o percurso em 43 minutos. A exemplo de Verinha, Pato, que recentemente passou por uma cirurgia no joelho, também é recordista sul-americano de sua categoria nos 21 km, com o tempo de 1h23, conquistado em Buenos Aires em 2003. Na prova da Tribuna, ele já foi três vezes campeão.

A equipe Run For Life marcou mais uma vez presença na prova santista e os atletas foram acompanhados pelo técnico Wanderlei de Oliveira, que festejou seu melhor resultado na temporada, com 41 minutos em sua 24a. participação consecutiva na prova. Cláudio Ribeiro, vencedor da primeira edição em 1986, era treinado por Oliveira.

Foto crédito: Patricia Vismara

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13
mai

chicao_MMSP_2009_VSpor Vicent Sobrinho

Árbitro internacional de basquete profissional dá um tempo para o apito e conta um pouco sobre seus treinamentos na Run For Life, da experiência adquirida nas pistas para as quadras e sobre a chegada em sua primeira Meia Maratona.

Francisco Ferreira de Lima Filho, 49 anos, pernambucano nascido na quente cidade de Caruaru. Você não conhece? Conhece sim, estamos falando de nosso popular “Chico”, Professor de Educação Física e profissional com quase trinta anos de arbitragem de basquete, reconhecido em todo território nacional, já apitou campeonatos regionais, estaduais de todos estados brasileiros, esteve em campeonatos sul-americanos e também no Pan-americano de Santo Domingo. Como sabemos árbitro é um profissional muito exigido emocionalmente, perguntado sobre um bom jogo que apitou destacou. “Uma das mais difíceis de apitar, por causa da rivalidade foi à final de Remo e Paissandu, no ginásio em Belém do Pará.”

De volta para as pistas, quem imagina que ele começou a correr “ontem” tem quase razão. Isso se somar mais uns quinze anos. “Ainda sou um jovem veterano, no início era por qualidade de vida e ainda é. Só que com um pouquinho do tempero da competição saudável!” Chico afirma que a prática da corrida é fundamental para sua profissão de árbitro, “A corrida nos equipa fisicamente e prepara melhor principalmente o condicionamento físico e os reflexos.” E continuou fazendo um paralelo entre a corrida nas quadras onde atua e a atividade da corrida na pista. “No Basquete são comuns os vários tiros curtos e na pista fazemos o específico determinado na planilha. Mas, o principal para mim é perceber que com a corrida aprendo a ter mais tranqüilidade de decisão, raciocínio dentro e fora da quadra.”

Quanto à participação em corridas Chico disse que fez sua estréia em 1996, “Como muitos outros, comecei logo na maior e já oficial, a famosa São Silvestre, corri junto com alguns amigos árbitros de Futebol.”

Na última semana, no domingo três de abril, Francisco completou sua primeira meia maratona, a Internacional da Corpore que teve 21.097 metros, largada e chegada na Cidade Universitária, passando pela região do Parque Vila Lobos.

O estreante fechou a prova com 1h 49m 43s, aprovou a infra-estrutura e todo o abastecimento de água e observou: “O percurso é excelente, corri com certo sacrifício, o calor e a umidade surpreenderam um pouco por isso me hidratei bem.” Chico revelou o que sentiu no final do percurso, já ao cruzar a chegada: “É gratificante descobrir pela transpiração de uma corrida e pela felicidade que o ser humano tem o poder de se superar. A corrida é fascinante!” Agora o árbitro corredor, talvez um dos únicos árbitros esportivos participando em tantas corridas, se prepara para disputar duas provas de 10km, a Tribuna e a GRAACC, para daí partir para mais uma meia maratona, dessa vez a Internacional do Rio de Janeiro.

Nada é mágica, para se manter em forma e treinar, Chico dribla os horários, pois apita jogos no interior e em outros estados, se esforça ao máximo para participar dos treinamentos e compartilhar com os amigos da RFL diariamente. Ele tem encarado essa missão com tranqüilidade, para partir para um desafio maior, a conclusão de uma Maratona. “Talvez seja em Porto Alegre no próximo ano. Para em breve ir para Nova York. O que me dá segurança é o treinamento do técnico Wanderlei de Oliveira, que considero um especialista, e que tem ajudado muito na minha preparação. Assim a chegada da Maratona, fica mais próxima!” Finalizou.Chico também gerencia o Departamento de arbitragem da Federação Paulista de Atletismo.

Texto e foto: Vicent Sobrinho (MTB 21978 – SP)

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13
mai

10 km

Classificação masculina
Josinaldo Soares Ferreira, 38min18seg
Jose Cassio de Oliveira dos Santos, 38min27seg
Edson Stéfano, 38min49seg
Willian dos Santos Pontes, 39min51seg
José Nildo Lopes Sobrinho, 41min02seg
Wanderlei de Oliveira, 42min15seg
Marcelino José Rodrigues, 42min37seg
Alcides Granziera Junior, 43min12seg
Paulo de Moraes Barros, 43min26seg
Pedro Henrique Boccagini, 46min20seg
Valdomiro Paulo Cocato, 46min21seg
Raul Chavarria, 46min58seg
Francisco Ferreira de Lima Filho, 48min30seg
Paulo César Lino Coutinho, 50min28seg
Paulo Pardinho, 52min00seg
João Carlos Ambrosano, 53min13seg
Marvio Sander Cardoso, 54min01seg
Marco Antonio da Silva Pereira, 54min29seg
José Vitiello, 55min11seg
Wilson Kirschner Amarante, 55min28seg
Alexandre Effori de Mello, 56min19seg
Leonardo Elias Rodrigues de Melo, 57min48seg
Jacob Nahmias, 01h01min50seg
Carlos Pimentel Galuppo, 01h02min25seg
Henrique Lederman, 01h02min28seg
Carlos Alberto Pires Cavalcanti, 01h02min52seg
Hideo Koga, 01h06min35seg
Eckhard Ernst Kupfer, 01h07min05seg
Wagner José Limongelli, 01h08min12seg

Classificação feminina
Ana Luiza dos Anjos Garcez, 43min54seg
Patricia Rodrigues Vismara, 47min25seg
Cristiane Midori Takagui, 53min08seg
Vera Alice Silva, 55min11seg
Aparecida Fátima dos Santos, 54min30seg
Andrea de Oliveira, 01h05min14seg
Silvana Franzoi, 01h05min16seg
Ivone Fernandes Ramos, 01h07min51seg

4,3 km
Flávio A. Fleury -18min59seg
Yasuhiro Tahara – 38min22seg
Danilo Barsotti Bonamini – 39min59seg
Jackelyne Cristina Reis – 43min50seg
Sandra Ap. Dalla Valle Bonamini – 44min32seg
Lucilia Alberti – 46min59seg

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